A Accenture atestando o que eu e você cansamos de ver. Correr para trazer a inovação piora a qualidade dos lançamentos (via Portal Exame, Blog da Edição)
May 24, 2007
April 24, 2006
Money, it’s a gas.Grab that cash with both hands and make a stash
(ou *And the winner is… Mr. Jobs!*)
Quem apostou na Apple ganhou!!!Anunciado ontem na Adage.com que teremos propagandas em nossos ipods e no iTunes. Portanto, o Sr Jobs assume a dianteira em assuntos de mobile advertising…
O interessante aí vai ser observar a reação dos usuários. Os ad-supported podcasts da ESPN parecem estar indo muito bem obrigado.
Disclaimer: Tá bom, tá bom, nos ipods dos nossos amigos Yankees… Nos nossos deve demorar mais um pouquinho.
Os podcast-addicts que estão me ouvindo e/ou felizes proprietários de ipod videos, por favor me mantenham informada!
April 8, 2006
Put on your shoppin’ shoes, honey - it’s courtin’ time!
É tempo de CTIA e de se avivar o debate sobre mobile advertising. Inevitável. Nos próximos tempos vamos testemunhar o nascimento de um novo modelo, agora que o parque instalado de celulares permite…O tempo dos polls via SMS e das promoçõezinhas como a da Coca vão ficar pra história. Agora estamos falando de sights, sound and motion… Eu já tô com a minha cadeirinha armada pra ver… E é claro, um montão de gente vai ganhar rios de dinheiro fazendo bobagem enquanto o modelo não está estabelecido… Uma nova bolha onda…Vamos ver. Em quem vc aposta pra começar a fazer mobile advertising pra gente grande???
October 31, 2005
Do it all and then all again ya
(ou porque a Apple está rasgando o manual de branding escrito pela P&G)
* I´m cool again*, dizia a janela piscando no Messenger. *I have a Nano*. Sim, não um ipod, mas um Nano. Isso se chama divergence branding e era proibido pelos manuais. Uma marca com outra dentro escondida, que toma posse e vira a marca dessa extensão de linha… Como Picasso, em Xsara Picasso. Ou Nano, em ipod Nano.
A Apple faz de novo. E com maestria. Se eu quisesse adivinhar o que diria um novo Manual de Branding escrito pelos marketeiros da Apple, eu diria que:
i) Diverge-se quando os elementos do patrimônio da marca estão tão claros e sólidos, que qualquer consumidor bate o olho e sabe que aquilo só pode ser um ipod, mesmo que tenha sido abduzido recentemente e perdido as notícias do lançamento. O brand name nesse caso, a marca mãe torna-se desnecessária…
ii) Diverge-se, quando a inovação faz com que o benefício adicional da extensão de linha seja tão relevante que tenha vida própria - um step-change em uma das dimensões de benefícios secundários. Para qualificar a inovação e um pouco também para proteger os heavy users. Explico: se você tem um ipod ou mesmo um ipod mini, ficou tenso quando viu um Nano pela primeira vez, sendo usado do seu lado, por exemplo num avião. Mas a Apple te deu a permissão de relaxar. Porque o Nano é praticamente outra categoria. Você não precisa achar que seu mini cor de rosa que há pouco mais de um ano era a coisa mais linda já inventada para escutar música (e também a menor) agora virou uma coisa enorme, desajeitada e horrível. Porque fica claro que você comprou há muito mais tempo. Nunca vai ter que lidar com a cara de decepção de alguém que pediu pra ver seu ipod ao se deparar com algo grande, porque você não disse que tinha um Nano. A divergência marca a geração.
iii) Diverge-se quando seu meio primário de comunicação com o usuário são web e word-of-mouth (claro que ter ponto de venda próprio ajuda). Na comunicação de massa tradicional não é produtivo gastar dinheiro para construir uma marca, e dinheiro de novo para construir uma extensão de linha…Mas num caso como esse, a web e o usuário fazem quase todo o trabalho. Lindo!
Mas a ms* adverte: Não faça sozinho em casa. Divergence Branding requer prática E habilidade!